sábado, 10 de agosto de 2013

MEU PAI

MEU QUERIDO PAI JOSÉ ZOZA SERRA AZUL





Utopia

 Padre Zezinho

Das muitas coisas
Do meu tempo de criança
Guardo vivo na lembrança
O aconchego de meu lar
No fim da tarde
Quando tudo se aquietava
A família se ajeitava
Lá no alpendre a conversar

Meus pais não tinham
Nem escola, nem dinheiro
Todo dia, o ano inteiro
Trabalhavam sem parar
Faltava tudo
Mas a gente nem ligava
O importante não faltava
Seu sorriso, seu olhar

Eu tantas vezes
Vi meu pai chegar cansado
Mas aquilo era sagrado
Um por um ele afagava
e  perguntava
Quem fizera estrepolia
E mamãe nos defendia
Tudo aos poucos se ajeitava

O sol se punha
A viola alguém trazia
Todo mundo então pedia
Pro papai cantar com a gente
Desafinado
Meio rouco e voz cansada
Ele cantava mil toadas
Seu olhar ao sol poente

Passou o tempo
Hoje eu vejo a maravilha
De se ter uma família
Quanto muitos não a tem
Agora falam
Do desquite ou do divórcio
O amor virou consórcio
Compromisso de ninguém

E há tantos filhos
Que bem mais do que um palácio
Gostariam de um abraço
E do carinho entre seus pais
Se os pais amassem
O divórcio não viria
Chamam a isso de utopia
Eu a isso chamo paz.



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segunda-feira, 5 de agosto de 2013

domingo, 4 de agosto de 2013

ESCALA GEOLÓGICA DE TEMPO

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ESCALA GEOLÓGICA DE TEMPO





Uma pequena viagem no tempo


  A Terra tem aproximadamente 4,5 bilhões de anos (imagine isso... Ui!) e durante todo esse tempo sofreu diversas transformações de amplitude global que deixaram marcas bastante definidas nas rochas que a compõem.

Identificando tais marcas, é possível hoje em dia dividir a  história da Terra em diversos períodos geológicos, distintos entre si, montando, assim, uma Escala Geológica de Tempo.

Nessa Escala representamos a passagem do tempo no sentido de baixo para cima, ficando na parte de baixo o representante mais velho. Esta, aliás, é a forma como as rochas normalmente se apresentam na natureza: a mais nova acima da mais velha.

Desta forma, na Escala acima, a Era Arqueana é mais velha que a Proterozóica e é mais nova que a Hadeana.

Como é muito difícil raciocinar com intervalos de tempo da ordem de milhões de anos (veja a coluna 3), convertemos a nossa Escala Geológica em um período de apenas 24 horas (coluna 4)... na coluna 5 vemos a duração de cada período geológico na mesma escala de 24 horas (um dia).

Agora, vamos nos imaginar em uma máquina do tempo  que pode deslocar-se a uma absurda velocidade de 52.083 anos por segundo... dessa forma, a cada 19,2 segundos percorreremos um milhão de anos.

Iniciaremos, assim, a nossa viagem às 0:00 hs, quando a Terra foi formada (há 4,5 bilhões de anos), e vamos nos deslocar para o presente, de baixo para cima na Escala, até o fim do Quaternário, sabendo de antemão que levaremos exatas 24 horas nessa viagem virtual...

As primeiras 3:44 horas de nossa viagem serão, certamente, as mais monótonas de todas.

Veremos o planeta ser formada a partir de poeira e gás, resultando em uma massa disforme em ebulição - uma verdadeira visão do inferno (Hadeano), sendo bombardeada por uma incessante chuva de meteoros e cometas. Um importante evento, contudo, justificará a nossa espera, quando uma grande colisão com um planetóide errante arrancará milhões de pedaços do planeta. Parte desses destroços ficarão em sua órbita e acabarão por juntar-se, formando a nossa Lua.

Gradativamente o planeta perderá calor, permitindo que o vapor de água exalado dos vulcões e oriundos dos cometas forme as primeiras chuvas, de modo que por volta das 4:00 horas já veremos um imenso oceano cobrindo toda a Terra, ainda bastante quente (Arqueano)...

Fique atento agora, pois em algum momento entre as 5 e 6 horas da manhã, acontecerá um milagre: surgirão as primeiras formas de vida (as bactérias)... e que dominarão sozinhas o planeta até as 21:00 horas (fim do Proterozóico).   

Até agora estivemos visitando o chamado Pré-Cambriano, que cobriu quase 90%  da história da Terra (aproximadamente 21 horas da nossa viagem na  escala do tempo, veja a Distribuição Percentual das Eras Geológicas).

A partir das 21:06 hs não poderemos nem piscar os olhos, pois tudo começará a acontecer de forma muito rápida. Entramos no Paleozóico (paleo  = antigo + zoico  = vida), que se estenderá até as 22:28 hs e que,  por ter sido tão rico em eventos, teve que ser dividido em 6 períodos bem distintos (veja a Escala acima)...

A atividade vulcânica, no Paleozóico, está bem mais amena, alternando-se períodos de calmaria  com grandes explosões em todo o planeta.

Os primeiros peixes, esponjas, corais e moluscos surgirão ainda no Cambriano, mas teremos que esperar pelo menos 12 minutos (até o Ordoviciano) para vermos as primeiras plantas terrestres.

O clima irá mudar com tanta frequência que provocará sucessivas extinções em massa de espécies recém surgidas. Como agora as espécies passam a apresentar partes duras (conchas, dentes, etc.), algumas delas poderão ser preservadas como fósseis, possibilitando a sua descoberta e estudo por uma outra espécie ainda muito distante.

Finalmente os continentes serão invadidos por insetos... milhões e milhões de diferentes espécies de insetos, alguns dos quais sobreviverão até o fim da nossa viagem.

Fique atento ao período Devoniano (por volta das 21:50 hs) pois uma grande catástrofe ecológica irá dizimar quase 97% de todas as espécies existentes. Passados mais 10 minutos, no Carbonífero, grandes florestas  e pântanos serão formadas e destruídos sucessivamente, formando os depósitos de carvão explorados até hoje.

Às 22:41 hs entraremos na Era Mesozóica (a era dos repteis) que durará pouco menos que uma hora (180 milhões de anos).

No início do Mesozóico iremos assistir à formação de um supercontinente, chamado hoje de Pangea, que será depois dividido em dois grandes continentes que passarão a ser conhecidos como Laurásia, ao norte, e Gonduana, ao sul.

Assistiremos, também, ao surgimento de uma imensa variedade de dinossauros, herbívoros em sua maioria, que  reinarão no planeta durante mais de 160 milhões de anos.

Por volta das 23:39 hs, porém, um meteoro de pelo menos 15 km de diâmetro irá atingir a atual península de Yukatan (México) jogando bilhões de toneladas de poeira na atmosfera. Uma grande noite irá abater-se sobre o planeta, impedindo a fotossíntese das plantas, que não poderão alimentar os herbívoros, que por sua vez não poderão servir de alimento aos carnívoros...

Pelo menos a metade das espécies existentes irá ser extinta nessa grande catástrofe, inclusive todos os grandes dinossauros, abrindo espaço para que os mamíferos iniciem o seu reinado, que perdurará até os dias atuais...

Faltando pouco mais que 20 minutos para o fim da nossa viagem entraremos na Era Cenozóica, e assistiremos à fragmentação dos grandes continentes até a conformação atual.

A América do Sul irá separar-se da África, surgindo o Oceano Atlântico Sul; a Austrália será separada da Antártica e a América do Norte irá separar-se da Europa. Grandes cadeias de montanhas serão formadas nessa deriva continental e novos ecossistemas serão formados e isolados dos demais, permitindo a especialização de algumas espécies...

Por volta das 23:59:57 (150.000 anos atrás)  faltando apenas 3 segundos para o término de nossa exaustiva viagem, veremos os primeiros grupos de Homo Sapiens  caçando no continente africano. Essa nova espécie sobreviverá à última glaciação e migrará apressadamente para os demais continentes, sem se incomodar com as características particulares de cada ambiente nem com o delicado equilíbrio conseguido ao longo do tempo.

Dominará todas as outras espécies e até mesmo provocará o desaparecimento de algumas delas, e começará a usar a escrita e, portanto, a fazer História, no último décimo do último segundo...

Se for possível desacelerar a nossa máquina do tempo   nesse décimo de segundo final, talvez até consigamos ver o mais jovem dos mamíferos criar artefatos capazes de destruir tudo e, milagrosamente, lançar-se em direção ao espaço para deixar as suas primeiras pegadas na Lua...  O HOMEM!





Fonte:
DNPM - Departamento Nacional de Produção Mineral




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quinta-feira, 25 de julho de 2013

SOMMELIER - ENÓLOGO - ENÓFILO

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SOMMELIER  -  ENÓLOGO  -  ENOFILO






SOMMELIER



Sommelier (português brasileiro) ou escanção (português europeu) é um profissional especializado, encarregado em conhecer os vinhos, cervejas,  ou outros tipos de bebidas, e de todos os assuntos relacionados ao serviço deste. Adicionalmente, cuida da compra, armazenamento e rotação de adegas e elabora cartas de vinho em restaurantes.
Na Antiguidade, o escanção era quem vertia o vinho nos copos dos convivas, nos banquetes.


ENÓLOGO 

O Enólogo é um profissional com caracteríisticas definidas, dentro do perfil ocupacional da industria e para as tarefas de coordenação, supervisão e execução, sendo responsável pela produção e por todos os aspectos relacionados com o produti final desejado, como o vinho, espumante, suco, brandy ou gaspa. Muitas vezes o enólogo exerce também funções de vendedor e assume a parte de marketing relacionado com o produto que vende. A degustação de vinhos no processo de elaboração e no produto final,  é fundamental para o Enólogo, pois são nestas etapas, que são avaliadas as características físico-químicas que o vinho possui, ou poderá possuir. Desta forma o profissional é capaz de decidir quais escolhas devem ser tomadas para melhorar o produto.  



ENÓFILO


Enófilo é um estudante de vinhos (ou amante), aquele que se dedica profissionalmente ou por prazer a estudar o maravilhoso mundo dos vinhos. Enófilo é diferente de Enólogo, devido ao fato de que o Enólogo é um graduado que cuida profissionalmente da produção de vinhos exclusivamente e o enófilo é um apreciador. 







RESUMO

Resumindo, o Sommelier tem uma série de atribuições, mas não faz vinho. No geral ele trabalha no restaurante, é o especialista em servir vinho.  É ele que vai ajudar você a escolher o melhor vinho para acompanhar seu prato.
Enólogo é um misto de agrônomo e químico, formado em enologia, que geralmente trabalha nas vinícolas, no campo. É ele quem faz o vinho. Ele sabe as técnicas para transformar as uvas em vinho.
Enófilo é todo mundo que gosta de vinho, um apreciador, pode ser você. Há uma frase famosa do Luis Groof que diz "enólogo é quem diante do vinho toma decisões e enófilo é quem diante de decisões toma vinho!.












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sexta-feira, 14 de junho de 2013

CERVEJAS FINAS

CERVEJA


As cervejas indicadas para cada etapa do seu jantar
Aprenda a harmonizar cerveja com entradas, pratos principais e sobremesas



Cerveja é uma bebida sem frescura e combina perfeitamente com uma mesa de bar. Mas, de uns anos para cá, ela se sofisticou e mudou de status. A variedade de estilos e sabores é quase tão grande quanto a do vinho. Nesta nova temporada, o grande barato é servi-la com refeições caprichadas sem perder o refinamento ou estragar o paladar. Sim, você pode harmonizar cerveja com entradas, pratos principais e sobremesas. Aqui, mostramos parcerias infalíveis.

DE ONDE VEM O SABOR DA CERVEJA

Malte: é a cevada germinada e depois seca - processo que deixa o grão doce (a fermentação do açúcar é o que produz o álcool). Pode ou não ser torrado. Maltes claros têm notas de pão ou nozes; os escuros, de tostado, café e chocolate.

Lúpulo: botão de flor que atua como conservante, é o responsável pelo amargor da cerveja e também por aromas herbais e florais.

Fermento: os fermentos  lager têm pouca influência no sabor; já os ale emprestam à bebida aromas complexos de frutas e especiarias.

Um cardápio harmonizado com a bebida

A bebida e o prato não podem brigar nem roubar a cena um do outro. Receitas delicadas devem ser acompanhadas por cervejas de sabor igualmente sutil. Preparações mais fortes pedem uma cerveja cheia de personalidade.
Pense em cervejas claras e leves como vinho branco - elas geralmente vão bem com peixes - e em cervejas escuras e robustas como vinho tinto, combinando com carnes marcantes. De forma geral, doce combina com doce, ácido combina com ácido. E, quanto maior o amargor da cerveja, mais potência aromática precisa ter a comida para não ser ofuscada. Todas essas regras têm exceções. Quebre-as sem cerimônia. Experimente à vontade e crie suas harmonizações.

O CARDÁPIO COMPLETO

Para entradas

Bierland
Salame, copa, presunto defumado... Esses petiscos precisam de uma cerveja com potência para não parecer água ao lado de sabores tão intensos. Faça como os alemães e escolha uma bebida escura e forte, como a bock. A Bierland (600 ml), feita em Blumenau, tem tons avermelhados por causa do malte torrado.

Paulaner
As cervejas de trigo têm o frescor e a acidez ideais para combinar com uma saladinha verde. Experimente esta Hefeweizen alemã, quase sem amargor, com deliciosos aromas que lembram banana e especiarias, como cravo. A Paulaner (500 ml) é uma boa opção.

Leffe Blonde
Sopas cremosas, de sabor suave e levemente adocicado, como as de mandioquinha ou de abóbora, pedem cervejas claras e com pouco amargor. Tente bebidas ao estilo belga, aromático e algo doce (e bem alcoólico). A belga Leffe Blonde (330 ml) é fácil de achar e tem bom preço.

Heineken
A sabedoria de boteco nos ensina que petiscos fritos são par ideal para cervejas leves e refrescantes. Uma pilsen gelada é a pedida aqui. Então, deixemos os rótulos caros para mais tarde. A Heineken (600 ml) é feita apenas com malte (outras usam também arroz e milho) e não tem conservantes.


PARA OS PRATOS PRINCIPAIS

Chimay Rouge
Carnes grelhadas têm sabor intenso e precisam de uma cerveja com estrutura. Bebidas escuras e fortes são as mais indicadas. Experimente a belga Chimay Rouge (750 ml), do estilo dubbel. Ou peça uma pilsen gelada: não vai combinar, mas também não vai matar ninguém.

Brooklyn Sorachi Ace
A delicadeza do peixe não pode ser atropelada por uma bebida encorpada ou amarga demais. Pilsen e cervejas de trigo caem bem, mas experimente a americana Brooklyn Sorachi Ace (750 ml). Feita com um raro lúpulo japonês, tem aromas cítricos e não é amarga.

BrewDog 5 A.M. Saint
Pratos com sabores que não são delicados nem fortes demais, como espaguete ao sugo, combinam com a amber ale, estilo inglês que vai pelo mesmo caminho: é âmbar, não é clara nem escura. Prove a Brew Dog 5 A.M. Saint (330 ml).

Colorado Indica
Misturar pratos orientais picantes com india pale ale - tipo de cerveja amargo e alcoólico - é um clássico. O amargor atenua a ardência da pimenta, que por sua vez faz a cerveja parecer menos amarga. Um bom exemplo do estilo é a Colorado Indica (600 ml), de Ribeirão Preto (SP).

PARA AS SOBREMESAS

Guinness
A cerveja stout, escura por causa do malte torrado, forma uma dupla tradicional com doces que levam café. O tiramisu combina com a Guinness (400 ml), cerveja irlandesa que parece forte, mas é menos alcoólica que a pilsen).

Baladin Xyauyù
Doces muito doces, como brasileiros e portugueses, não vão bem com cerveja. A não ser que ela seja quase um licor, como a barley wine, estilo de origem inglesa que não tem gás, é doce e muito alcoólica. A italiana Baladin Xyauyù Argento (500 ml) é cara, mas vale cada gole.

Backer 3 Lobos Exterminador
A bebida deve ter um bom grau de acidez para fazer par com doces à base de frutas cítricas, como torta de limão. Assim são as cervejas de trigo, com baixo amargor, ideais para combinar com açúcar. A Backer 3 Lobos Exterminador (355 ml), é uma opção.

Wäls Petroleum
Chocolate escuro, pouco doce, harmoniza com cervejas negras, alcoólicas e licorosas. O estilo imperial stout preenche esses requisitos. Melhor ainda se a bebida tiver cacau na fórmula, como a mineira Wäls Petroleum (375 ml).







As cervejas são divididas em duas grandes famílias: lager e ale

De uns anos para cá, a cerveja se sofisticou e mudou de status. As opções passaram da monotonia total cerveja clara ou escura - para uma variedade de estilos e sabores quase tão grande quanto a do vinho.


LAGER 
São as cervejas de baixa fermentação. Elas são feitas com um levedo que age sob baixas temperaturas e na parte inferior do tanque de fermentação. Em geral, têm sabores e cheiros que lembram malte (cereais, pão tostado) e lúpulo (amargor, aromas florais). A maior parte dos estilos alemães e checos se encaixa nessa família. Lager é um tipo de cerveja fermentada com uma levedura que trabalha melhor em temperaturas mais baixas. Essa levedura é chamada de levedura de baixa fermentação. Ao processo pelo qual a cerveja é maturada em temperaturas baixas (comumente em caves, cavernas ou adegas) por longos períodos de tempo, chamamos de lagering, do alemão lagern que significa armazemar. Atualmente, pode ser considerado o tipo de cerveja mais consumido no mundo. Lager é um termo genérico que inclui diversas variedades de cerveja, como por exemplo, Pilsener, Pale Lager, Bock e Dopellebock.As cervejas de tipo lager são diferenciadas das cervejas de tipo ale pelo fermento usado durante o seu processo de fabricação. O fermento utilizado nas lagers inicia a fermentação em temperaturas mais baixas (7 - 12 °C), o que faz com que ele se acumule no fundo do tanque de fermentação. Já as cervejas ale utilizam um tipo de fermento que inicia o processo de fermentação a temperaturas mais elevadas (15 - 24 °C) levando-o a se acumular no topo do tanque de fermentação. São essas diferenças que fazem com que as cervejas de tipo ale sejam conhecidas como cervejas de "alta fermentação" e as lager como de "baixa fermentação".Como a definição moderna do termo lager se relaciona apenas com o método de fermentação utilizado, as cervejas lager possuem características extremamente variadas. Tradicionalmente, no entanto, a lager padrão é uma cerveja de coloração clara, normalmente representada pelas Pale Lager ou pelas Pilsener. Este tipo de lager normalmente possui um sabor levemente amargo, sendo recomendado que sejam servidas geladas. As cervejas tipo lager possuem um sabor bastante simplificado quando comparadas com as ale que, em geral, possuem um sabor mais frutado. Isso é decorrente do fato das baixas temperaturas necessárias para a fabricação das lager fazerem com que a levedura produza menos éster e fenol, compostos químicos e orgânicos associados aos sabores mais frutados.

Na foto, cerveja Brahma feita com processo de fermentação Lager.






ALE
É um tipo de cerveja produzida a partir de cevada maltada usando uma levedura que trabalha melhor em temperaturas mais elevadas.1 Tal levedura, conhecida como levedura de alta fermentação, fermenta a cerveja rapidamente, proporcionando um sabor frutado devido a maior produção de ésteres.2 As características de sabores e aromas frutados, vindos de tais ésteres, podem ser dominantes, como em uma Barleywine, ou dificilmente percebidas, como em uma Dry Stout.2










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quinta-feira, 13 de junho de 2013

SKOL CERVEJA PULSEN LONG NECK

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SKOL CERVEJA PULSEN  LONG NECK 






ALGUÉM  SABE DIZER QUAL FOI O ANO DE LANÇAMENTO  DESSA CERVEJA COMEMORATIVA DA COPA DO MUNDO?



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