domingo, 4 de setembro de 2011

GOIÂNIA - GOIÁS

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PASSEANDO POR GOIÂNIA - GO

Monumento às Três Raças


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O" Monumento às Três Raças" (nome oficial: Monumento à Goiânia) é uma escultura localizada no centro da Praça Cívica, atração turística do Setor Central de Goiânia, capital do estado brasileiro de Goiás. Esculpido em bronze e granito por Neusa Morais em 1968, o monumento, que pesa aproximadamente trezentos quilos e possui sete metros de altura, é uma homenagem à miscigenação entre as etnias branca, negra e indígena - que deu origem ao povo goiano. Na estaca de granito que as estátuas de bronze erguem está incrustado o brasão da cidade.


Informações mais recentes:

Esta obra de rara beleza está localizada na "Praça Dr. Pedro Ludovico Teixeira", antiga "Praça Cívica", no centro da cidade, entre os palácios das Esmeraldas e Campinas, respectivamente sede dos governos estadual e municipal. Divulgado como símbolo de Goiânia, é exibido como cenário nas fotografias dos turistas.


O monumento foi criado em 1968 pela artista plástica Neusa Moraes. Trata-se de uma estrutura fundida com trezentos quilos de bronze e possui sete metros. Simboliza a miscigenação de três raças – negro, branco e índio, que houve e há na formação das características genéticas e culturais do povo goiano.
 
 
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Bosque dos Buritus
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O "Bosque dos Buritis" é um parque urbano situado no Setor Oeste em "Goiânia". É o mais antigo patrimônio paisagístico de Goiânia.




Foi projetado no Plano Oriental da Cidade para ser uma área verde. Possui 141.500 metros quadrados, cercado por árvores, lagos, e plantas rasteiras. Conta com três lagoas artificiais abastecidas pelo córrego Buriti e por vários canais subterrâneos. Em uma delas está o maior jato d'água da América do Sul.



Desde a ocupação da cidade até os dias atuais, a área vem experimentando muitas interferências que desfiguram suas características originais como, a vegetação nativa foi em certas partes substituída por plantas exóticas, restando somente 10% da vegetação original. Já foram implantados no Bosque calçadão de cooper, alambrado, calçamento interno, meios-fios, lagos, cascatas e lanchonete. No local, se encontra edificado o Centro Livre de Artes, o Museu de Arte de Goiânia e duas obras que muito agradam o gosto dos goianienses e também dos turistas que passam por ali que são: o Monumento à Paz Mundial, que abriga terras provenientes dos mais diversos países e uma fonte que chega a atingir cinqüenta metros de altura que é a maior da América do Sul.



Nesse local, lagos refrescantes, uma vasta vegetação e o som de pássaros e animais podem ser apreciados bem de perto pelo homem. Um meio ambiente preservado e valorizado numa região de clima ameno e úmido, com 749 metros de altitude e temperatura média de 22,9°C.






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O Monumento à Paz Mundial





O "Monumento à Paz Mundial" é uma obra de autoria do artista plástico Siron Franco localizada no interior do "Bosque dos Buritis", no Setor Oeste de "Goiânia", capital do estado brasileiro de "Goiás". O monumento lembra o primeiro ano de aniversário do acidente com o césio-137 em Goiânia, o pior acidente radiológico do mundo. O monumento foi concluído em 1988 e foi construído sob encomenda da Comunidade Internacional Bahá'í, uma organização não-governamental ligada à Fé Bahá'í.

A obra, de cinco metros de altura, foi feita com cimento e pesa cinqüenta toneladas. Possui o formato de uma ampulheta e, em sua parte central, existem vários compartimentos de vidro, separados por faixas verticais nas cores amarela, azul, branca, verde e vermelha, contendo as terras dos cinco continentes. Um compartimento maior contém todas as terras misturadas.
Ele está localizado em Goiânia, no Bosque dos Buritis, no Setor Oeste, a escultura representa a possibilidade de união entre todas as nações do mundo. A ampulheta traz consigo os seguintes dizeres: "A Terra é um só país, e os seres humanos seus cidadãos".



À época de sua inauguração, em 20 de setembro de 1988, o monumento continha terra de doze países: Argélia, Austrália, Brasil, Estados Unidos, Gana, Holanda, Hungria, Israel, Portugal, Suíça, União Soviética, Uruguai. A inauguração da obra marcou o primeiro aniversário do acidente com césio-137 na cidade, o pior acidente radiológico do mundo.
Um ano após sua inauguração, em 1989, foi adicionada a terra de outros quatro países: Bulgária, Senegal, Suriname e Tchecoslováquia. Até hoje ainda é adicionado terra de outros países no monumento. Do Japão veio um punhado de areia com grãos em formato de estrela. Todo ano quatro países enviam sua terra. A cerimônia de adesão acontece no Dia Mundial do Meio-Ambiente, quando crianças vestidas com trajes típicos dos países depositam a terra no monumento.  
 
 
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